02 agosto 2010

1 servidor público é expulso por dia no Brasil ligado à corrupção

É inadmissível a forma que a corrupção dentro dos órgãos públicos no Brasil é tratada de maneira tão simples. Levantamento feito pela Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que apenas nos primeiros seis meses deste ano o governo federal já excluiu 201 funcionários públicos que tiveram comprovado seu envolvimento com irregularidades.

No ano passado essa média ficou em 1,1 demissão por dia, a previsão é que essa média cresça ainda mais no País.

As demissões se tornam um ponto favorável, já que estamos tirando as "laranjas podres" das instituições públicas. Mas o grande problema, é que, esse mal funcionário deveria ficar com a ficha suja, já que cometeu delitos contra os cofres públicos (dinheiro dos cidadãos honestos).

Pelo levantamento feito, de janeiro de 2003 até junho deste ano, já foram expulsos do serviço público 2.599 funcionários. Desses, 655 eram ligados à Previdência Social (25,2% do total de punições).

Essa guerra travada entre Previdência Social e trabalhadores não é de hoje. O maior escândalo em proporções na mídia e em montande desviado foi o golpe aplicado por Jorgina de Freitas. A ex-advogada brasileira, procuradora previdenciária, organizou um esquema de desvio de verbas de aposentadorias que, descoberto, ficou conhecido como "Caso Jorgina de Freitas".

O total da fraude chegaria de R$ 500 milhões, mais de 50% de toda a arrecadação do INSS à época, a R$ 1,2 bilhão. Foi condenada a 14 anos de prisão em 1992.

Me envergonha saber que o aposentado Brasileiro ganhA tão pouco (exceto servidores, em sua maioria, que deixam o serviço recebendo 100% do salário em aposentadoria), e ainda se permita tantos golpes para enfraquecer o bolso do brasileiro. Sim, do brasileiro, pois o trabalhador, principalmente o assalariado do setor privado que pode ganhar 7 mil por mês, mas ao se aposentar malmente seus ganhos chegam a R$ 2.000,00 por mês.

27 julho 2010

1 milhão de alunos ficam sem aula na Bahia em dia de paralisação

Professores da rede baiana de ensino estadual e municipal mantiveram suas atividades suspensas nesta terça-feira. Ambos reivindicam reajuste salarial entre 11 e 17%. No caso da capital, os professores pedem a apreciação pela Câmara Municipal, da proposta de reajuste da categoria encaminhada pelo prefeito João Henrique no último dia 21 de julho. Já os docentes estaduais exigem da Justiça celeridade no julgamento URV (Unidade Real de Valor). A categoria alega que por ocasião da criação do Real, em 1994, sofreu perda salarial de 11,98%.

Juntos, estado e município atendem 1.250.000 alunos, que ficaram prejudicados no calendário escolar. Mesmo que haja reposição da aula em um dia “inútil” (sábado), muitos alunos acabam não indo à mesma, e o pior se dá quando o professor resolver dar aquela aceleradinha para garantir o “cumprimento” da grade prevista.

Os docentes têm total direito de reivindicar melhores salários, porém não devem esquecer suas obrigações propostas pela escolha da profissão.

Na tarde de ontem os manifestantes deixaram a câmara decepcionados, não houve quórum suficiente para realização da sessão ordinária, já que a legislação requer ao menos 14 dos vereadores presentes. Agora me pergunto, onde estavam esses “danadinhos”? Acho melhor o governo instituir cartão de ponto para que os políticos sejam obrigados a trabalhar, nem que seja apenas na presença.

De acordo com a Secretaria de comunicação da prefeitura, só cabe a aprovação da Câmara de vereadores para que o reajuste por perdas aconteça.

Enquanto isso, aguardamos mais esse capítulo da batalha entre servidores e órgãos públicos por melhorias salariais. Esperando que nossas crianças não sofram grandes conseqüências pela falta de audição de nossos governantes. Fala-se tanto em melhores condições sociais, mas não vemos melhorias em lugar algum. Em plana campanha política e os governantes não dão a mínima para povo, pior, estes mesmos que dão às costas agora, serão os eleitos num futuro bem próximo (daqui a quase 3 meses).


Por: Juliano Mascarenhas

26 julho 2010

Sai a tão esperada lista de convocados por Mano Menezes

Finalmente alguém resolveu dar uma geral na formação de jogadores da seleção brasileira. A escalação apresentada por Mano Menezes não chegou a ser um assombro, pois todos nós sabemos que ele não arma o esquema fechado esperando para levar um gol, igual nosso técnico fracassado na copa passada. Mano, ao contrário, arma seu time bem avançado, buscando sempre o objetivo principal de uma partida que é o gol.


A falta de nomes como o de Kaká e Maicon, pode estar causando certa desconfiança na cabeça dos torcedores. Mas quem acompanha o estilo do treinador sabe que ele jamais iria convocar um jogador machucado, que pode ter uma lesão que o acompanhará para o resto da vida.Ou um jogador que não sabe cruzar e sempre que tem a bola ao invés de partir para cima dos adversários, já que não sabe cruzar, tenta cruzar e erra.

Muito me agrada essa nova convocação, é hora de dar oportunidade às novas estrelas, tempo de retomar o respeito que há muito foi retirado por parte dos adversários. Uma seleção para frente, com jogadores habilidosos e cheios de ousadia, é o que todos nós estamos esperando há oito logos anos.

Creio que não só o estilo de comandar, mas, também, o currículo com grandes campanhas e vitórias, serão de grande importância para que pensemos em uma copa realizadora no ano de 2014.

Aqui ficam nossos votos de boa sorte para o novo comandante da seleção e de crescimento em competência aos nossos gladiadores dos gramados.


A LISTA DE MANO MENEZES

Goleiros

Renan - Avaí
Jefferson - Botafogo
Victor - Grêmio

Laterais

Rafael - M. United
Marcelo - Real Madrid
André Santos - Fenerbahçe
Daniel Alves - Barcelona

Zagueiros

David Luiz - Benfica
Henrique - Racing S.
Réver - Atlético-MG
Thiago Silva - Milan

Meias

Ederson - Lyon
Carlos Eduardo - Hoffenheim
Hernanes - São Paulo
Sandro - Internacional
Paulo Henrique Ganso - Santos
Lucas - Liverpool
Jucilei - Corinthians
Ramires - Benfica

Atacantes

Robinho - Santos
Neymar - Santos
Alexandre Pato - Milan
André - Santos
Diego Tardelli - Atlético-MG

18 maio 2006

Mortos chegam a 152 em 293 ataques; 56 casas de policiais foram alvo

Um novo balanço divulgado na noite desta quinta-feira pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo indica que chega a 152 o número de mortos na onda de violência iniciada na última sexta-feira pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), em resposta à decisão do governo de isolar líderes da facção criminosa na cadeia.
Do total de vítimas fatais, 107 pessoas foram mortas pela polícia em supostos confrontos. A secretaria não divulgou o nome da grande maioria deles. Não foi divulgado se houve feridos entre as pessoas que teriam enfrentado a polícia. O total de suspeitos presos chega a 124.
Os demais 45 mortos são policiais militares (23), policiais civis (7); guardas metropolitanos (3), agentes penitenciários (8) e civis (4). O número de feridos é de 54.
A secretaria discriminou com detalhes os alvos das ações dos criminosos: foram 82 ônibus; 56 casas de policiais; 17 bancos e caixas eletrônicos; uma garagem de ônibus; uma estação de metrô; uma unidade da CET; outros alvos foram 135. Os ônibus foram queimados, e as casas e prédios levaram tiros, ou foram atacadas com explosivos.
“A polícia está totalmente sob controle”. Foram as palavras do Sr. Cláudio Lembo, que se intitula governador do estado de São Paulo. – Ah! Acho que na verdade ele quis dizer que a policia está sob o controle de Marcos Camacho, líder do PCC, só pode ser, pois a violência não pára.
Vendo todo esse distúrbio, não sei se sinto tristeza ou vergonha de estar presente nesse processo de desmoralização do Brasil. Nunca se viu, até então, um líder governamental sentar com um bandido para negociar a paz. É incrível a contradição e a hipocrisia que as pessoas alcançam. Antes de estarem no poder, lutam contra a ditadura, o sistema econômico, a falta de pulso forte para não se deixar ser esmagado pelo outros. Bem, se for comentar tudo, o blog vai lotar de tanto texto.
Agente não pode cobrar muito, de um Sr. que creio eu ter mais tino para relações comerciais do que para líder democrata, se o próprio presidente da república é desmoralizado diariamente por qualquer povoadozinho que se intitula país, o Sr. Cláudio Lembo não vai se incomodar por ser desmoralizado por um bandido.
Espero que o próximo contato com vocês seja para dar boas notícias, tipo, que nossos líderes se mostraram estar realmente ao lado do povo, e não ao lado de quem tem mais poder.

Por: Juliano Mascarenhas

14 maio 2006

Série de ataques em São Paulo deixa 52 mortos e 50 feridos

A maior série de ataques contra forças de segurança de São Paulo deixou, desde a noite da última sexta-feira (12), 52 pessoas mortas no Estado. O número inclui policiais civis, militares, guardas metropolitanos, agentes penitenciários, civis e suspeitos. Segundo balanço divulgado pelo governo estadual na manhã deste domingo, no total, cerca de 50 pessoas ficaram feridas.A violência também chegou a penitenciárias e CDPs (Centros de Detenção Provisória). Desde sexta, foram registradas rebeliões em 36 unidades do Estado. Muitas começaram entre a madrugada e manhã deste domingo. Há reféns.As ações são orquestradas pelo PCC (Primeiro Comando da Capital), em retaliação à decisão do governo estadual de isolar líderes da facção. Na quinta-feira (11), 765 presos foram transferidos para a penitenciária 2 de Presidente Venceslau (620 km a oeste de São Paulo), com a intenção de coibir ações promovidas pela facção.Na sexta, oito lideres do PCC foram levados para depoimento na sede do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), na zona norte de São Paulo. Entre eles estava o líder da facção, Marcos Willians Herba Camacho, o Marcola. No sábado, ele foi levado para a penitenciária de Presidente Bernardes (589 km a oeste de São Paulo), considerada a mais segura do país. Na unidade, ele ficará sob o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), mais rigoroso.

Ataques

Desde a noite de sexta, foram registrados cem ataques contra forças de segurança em todo o Estado.De acordo com o balanço do governo, foram 42 na cidade de São Paulo --cinco no centro, oito na zona norte, cinco na zona oeste, nove na zona sul e 15 na zona leste--, 17 na Grande São Paulo, dez no litoral e 31 no interior.Além das 52 mortes --sendo 35 entre policiais civis, militares, integrantes de guardas metropolitanas e agentes de segurança de penitenciária--, cerca de 50 pessoas ficaram feridas: 24 PMs, cinco policiais civis, cinco guardas, dois agentes penitenciários, oito civis e seis suspeitos.

Rebeliões simultâneas

Presos rebelados mantêm, neste domingo, mais de cem reféns. Os motins começaram na tarde da última sexta-feira (12), em Iaras e Avaré. Depois se alastraram para outras unidades.Em 2001, uma megarrebelião orquestrada pelo PCC atingiu 29 unidades no dia 18 de fevereiro. Os líderes do grupo conseguiram organizar o movimento e dar a ordem para o início dos motins se comunicando por meio de telefones celulares. O dia escolhido foi um domingo --quando os presídios estavam cheios de parentes e amigos dos detentos que faziam a visita semanal.

Governo

No sábado, o governador Cláudio Lembo (PFL) disse que o governo sabia, na quarta (10), que as transferências trariam "conseqüências". "Pensamos em todas as possibilidades e também nos riscos que nós poderíamos correr. Mas era preciso combater o que estava ocorrendo e acontecendo.""Nós não estamos com bravatas nem com timidez. Estamos com a segurança de quem cumpre a lei e o Estado de Direito", disse o governador.O comandante-geral da PM, coronel Elizeu Eclair Teixeira Borges, afirmou que a corporação estava em alerta, com equipes de prontidão, para possíveis reações. Ele disse acreditar que, devido ao alerta da polícia, o número de mortes "foi bem menor" em relação ao que poderia ocorrer.Em entrevista que contou com a cúpula da Segurança no Estado, o secretário da Administração Penitenciária, Nagashi Furukawa, descartou uma possível falha do governo na estratégia de isolar a liderança do PCC."Acho que a medida que o governo tomou era necessária, ainda que tenha ocorrido esta resposta, porque o governo tem que agir, tem que cumprir a lei e ser firme em suas ações."

10 maio 2006

Silvio Pereira poupa Lula e diz que não sabe se disse a verdade em entrevista

O ex-secretário geral do PT Silvio Pereira afirmou à CPI dos Bingos que não sabe se o que disse em entrevista ao jornal "O Globo" é verdade. Na entrevista, publicada no último domingo, ele apresentou novas informações sobre o escândalo do mensalão. Em depoimento de mais de seis horas à comissão, o ex-petista repetiu por várias vezes que não tinha como confirmar as informações dadas ao jornal. O presidente da CPI, senador Efraim Morais (PFL-PB), chegou a reler toda a entrevista, diante das esquivas do ex-secretário. Mesmo assim, o ex-dirigente petista afirmou que não podia confirmar nada. "Posso ter dito coisas que são criação da minha cabeça. No conteúdo principal da matéria pode ser que eu tenha dito tudo o que está escrito, se ocorreu alguma distorção foi na minha cabeça", disse Silvio. Ele também afirmou que "não foi a primeira vez" que teve momentos de "fantasias e delírios".O ex-dirigente reiterou que não confirmaria a entrevista para não "incriminar pessoas inocentes". Efraim Morais afirmou também que pretende convidar a jornalista que entrevistou Silvio, Soraia Aggege, para depor na CPI na próxima terça-feira.Lula blindadoO depoimento foi marcado por negativas e pela ausência de críticas ao governo e ao presidente Lula -- Silvio Pereira afirmou, em resposta a um senador da oposição, que pretende votar no presidente nas eleições de outubro. Pereira também disse que o presidente Lula, o ex-deputado federal José Genoino, o ex-ministro José Dirceu e o senador Aloizio Mercadante são líderes políticos do partido, e não chefes do esquema, o que ele havia dito ao jornal. No depoimento à CPI, ele voltou a jogar a culpa sobre Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido. "Por mais inverossímil que possa ser, o Delúbio tinha controle absoluto. Se mais alguém tinha, eu não sei", afirmou Pereira.O ex-dirigente, que não assinou termo de compromisso para a CPI, afirmara a "O Globo" que o empresário Marcos Valério coordenava um esquema ilegal de arrecadação de verbas e que pretendia obter R$ 1 bilhão para o caixa do partido. "Nesta entrevista que eu dei eu não sei mais onde está a verdade", afirmou Pereira ao ser questionado sobre o suposto plano de Valério de obter R$ 1 bi. Ainda sobre o empresário mineiro, Pereira afirmou que existem "uns cem Marcos Valérios no país".O ex-dirigente do PT chegou a contestar a transcrição da entrevista ao jornal. "Não lembro ter dito à repórter que queriam me matar", disse Pereira ao responder ao senador Arthur Virgílio (PSDB-AM). Neste momento, Efraim Morais anunciou que vai atuar para dar "garantia de vida" ao ex-secretário-geral do PT. Quem pediu garantia para Pereira foi o líder do PFL, senador José Agripino (RN), após o ex-dirigente ter-se negado a responder a várias perguntas."Patinhas"O ex-secretário do PT afirmou que o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, era conhecido no partido como "Tio Patinhas". Okamotto pagou uma dívida de R$ 29 mil do presidente Lula com o PT, sem explicar a origem do dinheiro.Pereira não chegou a dizer se se arrepende de ter recebido a reportagem de "O Globo", mas afirmou que "queria ficar fora de qualquer coisa que cheirasse política".EstresseO ex-dirigente do PT negou-se, por orientação de seu advogado, a assinar o termo de compromisso para falar a verdade na comissão. A decisão dele foi tomada após o presidente da CPI adotar a mesma interpretação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio. O STF rejeitou liminar ampliando habeas corpus, para que Pereira tivesse o direito de permanecer em silêncio, concedido em novembro de 2005. Efraim Morais leu o atestado médico trazido pelo advogado de Pereira, assinado pelos médicos Ricardo Nepomuceno e Charles Pillari, comprovando que ele está em estado de estresse e com depressão moderada/grave, além de distimia (humor cronicamente deprimido). O ex-secretário do PT depôs com uma das mãos enfaixada -- ele se cortou em uma crise nervosa.

09 maio 2006

Servidora da Saúde aponta deputados envolvidos em compra de ambulâncias

A funcionária do Ministério da Saúde, Maria da Penha Lino, presa durante a "Operação Sanguessuga", citou nesta terça-feira, durante depoimento à Polícia Federal de Cuiabá (MT), cerca de 80 nomes de deputados envolvidos na compra irregular de ambulâncias.Eles receberiam, segundo ela, comissão de 10% para apresentar emendas ao Orçamento na área de Saúde. Como o caso segue em segredo de Justiça, a PF não divulga os nomes dos deputados citados pela funcionária.A Justiça prorrogou por cinco dias a partir de hoje a prisão temporária das 47 pessoas detidas durante a operação. O esquema ilegal de licitações para a compra superfaturada de ambulâncias teria movimentado R$ 110 milhões. Segundo as investigações iniciadas há dois anos, mais de 1.000 ambulâncias foram compradas em todo o país.Os presos foram encaminhados à Polícia Federal de Cuiabá. Dois deles --Erik Janson Sobrinho de Lucena e Pedro Braga de Souza Júnior--, presos no Amapá, chegaram hoje à cidade.

Credores aprovam venda de parte da Varig; BNDES empresta US$ 100 mi

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A assembléia de credores da Varig aprovou nesta terça-feira a venda em leilão da parte operacional da companhia. O preço mínimo proposto em acordo, que também envolveu o governo, é de US$ 860 milhões para a venda de todas as rotas e de 46 aviões, segundo projeto apresentado pela consultoria Alvarez & Marsal, responsável pelo plano de recuperação judicial."Fomos capazes de conciliar interesses e demos um grande passo para a solução da Varig", disse o presidente da Varig, Marcelo Bottini.Com a aprovação do plano, a Varig operacional será leiloada em 60 dias. A primeira tentativa será a venda integral da companhia e, se o preço mínimo não for atingido, será vendida apenas a operação doméstica no mesmo dia por um preço mínimo de US$ 700 milhões, incluindo 30 aeronaves.O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverá fazer um empréstimo de US$ 100 milhões para manter as operações da companhia até o leilão e também poderá financiar o futuro comprador da empresa. Segundo a assessoria do BNDES, valores e percentuais deverão ser fechados em uma reunião marcada para quarta-feira com a consultoria Alvarez & Marsal.A Varig tem dívida de mais de R$ 7 bilhões. Parcela desse montante ficará com a unidade comercial da empresa, que será uma prestadora de serviços aeroportuários para a parte operacional da Varig.Essa parte comercial, que será vendida mais para frente, será responsável pelo programa de milhagem Smiles, vendas de passagens e marketing da companhia aérea.